Ela diz que há dois anos o ex-craque do Corinthians não a visita
O ex-jogador do Corinthians Zé Elias afirmou, em uma carta entregue para sua atual mulher, Renata Loretto Ribeiro, que irá procurar sua mãe para explicar toda a situação quando sair da prisão. Ela diz que há dois anos o ex-craque não a visita.
A liminar que poderia garantir a liberdade do craque foi negada pela Justiça na sexta-feira (22). Zé Elias foi preso na quinta-feira (21) por falta de pagamento de pensão alimentícia. Segundo informações da Polícia Civil, ele deve aproximadamente R$ 1 milhão, valor referente às mensalidades de maio de 2008 a maio de 2010.
Se não pagar a pensão, o ex-jogador pode ficar preso por 30 dias. Ele divide cela com outros sete presos e também tem uma televisão no local.
De acordo com a Justiça, 250 pessoas vão para cadeia no Brasil, diariamente, por não pagar pensão. Só em São Paulo, há 170 pessoas detidas em três delegacias por esse motivo.
Zé Elias tem 34 anos e foi ídolo do Corinthians na década de 90. Além da camisa corintiana, ele defendeu clubes como Santos, Inter de Milão, Olympiakos e Bayer Leverkusen. O ex-jogador, aposentado em 2009, chegou a ser convocado para a seleção brasileira.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Roubos que terminam em morte aumentam 20% no Estado
Dados se referem à comparação semestral de latrocínios registrados pela polícia
O número de roubos que terminaram em morte aumentou 20% nos seis primeiros meses deste ano no Estado de São Paulo em comparação com o mesmo período de 2010. No ano passado, foram 134 crimes de latrocínio (roubo seguido de morte) contra 161 crimes do tipo neste ano.
Os dados foram divulgados pela SSP (Secretaria de Segurança Pública), nesta segunda-feira (25), e fazem parte da promessa do Governo de São Paulo, feita em março deste ano, de publicar mensalmente os dados da criminalidade no Estado.
O aumento no número de latrocínios segue a tendência já demonstrada nas estatísticas correspondentes aos cinco primeiros meses do ano. Neste período, o número de roubos que terminaram em morte aumentou 18,4% no Estado de São Paulo em comparação com o mesmo período de 2010.
Entretanto, foram registrados dez crimes de latrocínio a menos em junho (20) que em maio (30).
A Polícia Civil registrou, na região da Grande São Paulo, oito casos a mais de latrocínio nos primeiros seis meses deste ano, em comparação ao ano passado. Já no interior do Estado, a variação entre os primeiros semestres de 2010 e 2011 foi de quase 21%: saltou de 26 casos de roubos seguidos de morte no ano passado para 81 até julho de 2011.
No comparativo de 12 meses (de julho de 2009 e junho de 2010 e julho de 2010 e junho de 2011), São Paulo registrou redução de quase 9% nos casos de latrocínio. A SSP disse que "esse tipo de crime recebe atenção especial das polícias paulistas, com o reforço do policiamento e o mapeamento das ocorrências".
Entretanto, na Grande São Paulo, a Secretaria de Segurança Pública registrou aumento de 27,6% no comparativo anual. Entre julho de 2009 e junho de 2010, a polícia fez 47 boletins de ocorrência de crimes de latrocínio. Já entre julho de 2010 e junho de 2011, foram registrados 13 casos a mais.
No Estado, a SSP contabilizou 266 crimes de roubo seguido de morte, entre julho de 2009 a julho de 2010. Já no período de 12 meses seguintes, a polícia fez 280 boletins de ocorrência de latrocínio, alta de 5,2%.
Na região do Deinter 3 (responsável pelas cidades de Araraquara, Barretos, Bebedouro, Franca, Ribeirão Preto e São Carlos), a polícia registrou 28 crimes de latrocínio entre julho de 2010 e junho de 2011. São 12 casos a mais em comparação ao período de julho de 2009 e junho de 2010.
O número de roubos que terminaram em morte aumentou 20% nos seis primeiros meses deste ano no Estado de São Paulo em comparação com o mesmo período de 2010. No ano passado, foram 134 crimes de latrocínio (roubo seguido de morte) contra 161 crimes do tipo neste ano.
Os dados foram divulgados pela SSP (Secretaria de Segurança Pública), nesta segunda-feira (25), e fazem parte da promessa do Governo de São Paulo, feita em março deste ano, de publicar mensalmente os dados da criminalidade no Estado.
O aumento no número de latrocínios segue a tendência já demonstrada nas estatísticas correspondentes aos cinco primeiros meses do ano. Neste período, o número de roubos que terminaram em morte aumentou 18,4% no Estado de São Paulo em comparação com o mesmo período de 2010.
Entretanto, foram registrados dez crimes de latrocínio a menos em junho (20) que em maio (30).
A Polícia Civil registrou, na região da Grande São Paulo, oito casos a mais de latrocínio nos primeiros seis meses deste ano, em comparação ao ano passado. Já no interior do Estado, a variação entre os primeiros semestres de 2010 e 2011 foi de quase 21%: saltou de 26 casos de roubos seguidos de morte no ano passado para 81 até julho de 2011.
No comparativo de 12 meses (de julho de 2009 e junho de 2010 e julho de 2010 e junho de 2011), São Paulo registrou redução de quase 9% nos casos de latrocínio. A SSP disse que "esse tipo de crime recebe atenção especial das polícias paulistas, com o reforço do policiamento e o mapeamento das ocorrências".
Entretanto, na Grande São Paulo, a Secretaria de Segurança Pública registrou aumento de 27,6% no comparativo anual. Entre julho de 2009 e junho de 2010, a polícia fez 47 boletins de ocorrência de crimes de latrocínio. Já entre julho de 2010 e junho de 2011, foram registrados 13 casos a mais.
No Estado, a SSP contabilizou 266 crimes de roubo seguido de morte, entre julho de 2009 a julho de 2010. Já no período de 12 meses seguintes, a polícia fez 280 boletins de ocorrência de latrocínio, alta de 5,2%.
Na região do Deinter 3 (responsável pelas cidades de Araraquara, Barretos, Bebedouro, Franca, Ribeirão Preto e São Carlos), a polícia registrou 28 crimes de latrocínio entre julho de 2010 e junho de 2011. São 12 casos a mais em comparação ao período de julho de 2009 e junho de 2010.
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